Cosmologia do Plasma 4 Parte

4.Que Big Bang ?

Tradução: M.R.


O Big Bang está morto! 
O “Galileo do século 20″, Halton Arp, já provou que o universo não está se expandindo.Pois a Teoria do Big Bang é baseada na interpretação incorreta do redshift. Sendo assim, o redshift a maneira de medir as distancias entre galáxias, ou seja, o redshift de uma galáxia distante é medida pela luz que vem daquela galáxia. As linha do espectro daquela galáxia demonstram uma mudança (shift) para o vermelho comparando-as com as mesmas linhas vindas do nosso sol. Arp descobriu que objetos com altos e baixos redshifts estão algumas vezes conectados por uma ponte ou jato de matéria. Logo o redshift não pode ser usado para medir distâncias. A maioria do redshift é intriseco ao objeto. Mas há mais: Arp descobriu que o redshift intríseco de um quasar ou galaxia tomam valores discretos, os quais diminuiam de acordo com a distância do centro da galáxia. Na nova visão do cosmos de Arp, galaxias ativas “dão a luz” á quasares com alto redshift e estes á galáxias companheiras. O Redshif se tornou uma medida da idade relativa de galaxias próximas e quasares, não sua distância. Como uma medida de quasares e idade de galáxias, o redshift decaí em passos discretos, ou quanta.

O maior problema para a astro-fisica é do porque uma galáxia exibir um fenômeno atômico.Então, nós nos viramos para a fisica de partículas. Esta dificuldade demonstra o fato de que a “mecânica” quântica aplicada aos atomos é uma teoria sem realidade física. A maluquice da teoria quântica foi atribuída a escala subatomica ao qual se aplica. Mas agora que nós temos efeitos quanticos em algo do tamanho de uma galaxia, esse conivente nonsense está exposto. Se Arp está certo, muitos experts irão parecer muito invejosos. Sua descoberta disparou o alarme em algumas salas da Academia e já que ninguem gosta de um barulho tão alto - particularmente se estão sem dormir - a resposta mais imbecil foi atacar o cara com o dedo no botão de alarme. O tempo de Arp para os telescópios foi negado, papers rejeitados, e ele foi forçado a deixar os EUA para continuar com seu trabalho.


5. Galaxias Elétricas

Por mais de 10 anos os físicos do plasma possuem um modelo elétrico das galáxias. E ele funciona com a física do mundo real. O modelo é capaz de satisfatoriamente contar com as formas observadas e dinâmica das galaxias sem usar recursos como matéria escura invisível e buracos negros centrais. Ele explica de maneira simples os poderosos jatos elétricos sendo jogados ao longo do eixo em espiral do centro das galáxias. E resultados recentes do mapeamento do campo magnético confirmam o modelo elétrico.

Por outro lado, os cosmólogos não podem explicar porque a forma espiral é tao comum e eles só possuem explicações ad-hoc para os campos magnéticos. Mais recentemente, para campos magnéticos inter galáticos que foram descobertos o que a gota d'agua que faltava. Incríveis modelos gravitacionais envolvendo “buracos negros” invisíveis tiveram que ser inventados numa tentativa desesperada de explicar porque a força atrativa da gravidade resulta em matéria sendo ejetada de maneira estreita a velocidades relativísticas.

Porque nós aceitamos tal ficção cientifica como fato enquanto o Universo Elétrico já prediz as formas espirais, campos magneticos e os jatos ? Os campos magnéticos cosmicos simplesmente delineiam as correntes elétricas que criam , movem e iluminam as galáxias.


6.Estrelas Elétricas

Físicos do plasma argumentam que as estrelas são formadas por um efeito “pinch” eletromagnetico em grandes e dispersas nuvens de gas e pó. O “pinch” é criado por forças magneticas entre correntes filamentares paralelas. Que são parte da giganteca corrente eletrica fluindo dentro das galaxias. O que é muito mais eficiente do que a gravidade em concentrar matéria e , diferentemente da gravidade, pode remover excessos de momentum angular que tendem a previnir o colapso. Estrela irão se formar como bolhas em uma linha até que a gravidade assuma.Ralph Juergens, um engenheiro da Flagstaff, Arizona, nos anos sententa deu o próximo salto ao sugerir que o input eletrico não parava por ali e que estrelas não eram máquinas termonucleares! Isto é obvio quando o se olha o Sol através de uma perspectiva de descarga elétrica.As correntes elétricas galáticas que criaram as estrelas persistem em alimentá-las.Estrelas se comportam como eletrodos em uma descarga de brilho galático. Estrelas brilhantes como o nosso sol são grandes bolas de raios concentrada! A matéria dentro das estrelas se tornam positivamente carregadas e como os eletrons se encaminham para a superfície. O resultado das forças eletrostaticas internas previnem as estrelas de entrarem em colapso gravitacional e ocasionalmente fazem elas “darem a luz” por fisionamento elétrico para formar estrelas companheiras e gigantes gasosas. Brilho repentino, ou explosão em nova marcam tal evento. Isso elucida porque as estrelas comumente possuem parceiros e porque a maioria dos planetas gigantes até agora detectados orbitam proximamente sua estrela pai. A Teoria da evolução estelar e a idade das estrelas é uma ficção elaborada. A aparência de uma estrela é determinada largamente por seu ambiente elétrico e pode mudar subitamente. Os físicos do plasma e engenheiros elétricos são os que mais estão aptos a reconhecer um fenômeno de descarga de plasma. A fisica estelar está nas mãos erradas.

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